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A Cultura Organizacional e seus impactos nos negócios

Temos visto, no momento atual, diversas organizações passando por grandes transformações, não apenas para sobreviver à recente crise, mas também para manter suas atividades viáveis para o futuro no pós-crise.

No entanto, o que percebemos com frequência é que muitas vezes o fator da cultura organizacional é pouco considerado neste momento, apesar de ser, junto com a estratégia, um dos principais aceleradores para as transformações e mudanças.

Mas o que é afinal a cultura organizacional?

Cultura organizacional é o nome que se dá a princípios, crenças, hábitos e valores compartilhados em um ambiente de trabalho e que definem como uma determinada organização conduz as suas atividades. Ela é a base de toda organização, é sua identidade, e representa a forma de pensar, agir e perceber o mundo a sua volta e também como ela passa isso a seus colaboradores e clientes.

Portanto a cultura organizacional está intrinsicamente ligada aos impactos nos negócios e nos resultados obtidos por uma organização.

Segundo Charles Handy, o teórico que cunhou o termo “cultura organizacional”, existem 4 tipos de culturas organizacionais que podem se apresentar nas empresas.

Cultura do Poder

• Cultura de Papéis

• Cultura de Tarefas

• Cultura de Pessoas

Cada organização possui uma combinação de cada uma destas culturas em maior ou menor grau.

Não há cultura boa ou ruim, cada uma tem seus pontos fortes e fracos.

Cultura boa é a que funciona para aquele mercado, para determinada estratégia e para cada momento.

A cultura pode ser o fator de sucesso ou fracasso em tempos de incerteza ou de mudanças constantes.

Um dos maiores desafios que as organizações estão vivendo neste momento é adaptar a sua cultura para o “home office”, onde o apego a tradição e pouca capacidade de aprendizagem são dois dos maiores obstáculos a serem superados.

Muitas são as ferramentas e sistemas disponíveis para viabilizar esta nova forma de trabalho, porém os hábitos, rituais e crenças devem se transformar em conjunto com esta nova realidade.

Estas novas estruturas organizacionais serão uma nova realidade para muitas pessoas e empresas, onde o modelo “comando – controle”, necessariamente, será substituído por “delegação – resultado”, dado que muitos de nós continuaremos a trabalhar remotamente mesmo na pós-pandemia.

O primeiro passo, antes de mais nada, é a identificação da sua cultura empresarial e das ferramentas e sistemas que vão apoiar esta nova realidade.

Não há receitas prontas ! Não só na crise, mas em qualquer mudança, a cultura deve ser avaliada.

Hoje vivemos um enorme desafio para continuar gerando resultados em um novo ambiente de negócios onde a flexibilidade, mobilidade, aprendizagem e engajamento devem ser valorizados, presencialmente e virtualmente.

 

Pedro G. Suchodolski é CEO da Voitel

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