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25 nov 2015

Confira as tendências tecnológicas de alto impacto para 2016

O Gartner listou as dez tendências que possuem potencial de influenciar significativamente as empresas nos próximos 12 meses. Fatores que denotam o impacto desses conceitos incluem a elevada possibilidade de interferência nos negócios, nos usuários finais ou na TI; a necessidade de grande investimento; ou o risco de ser tarde demais para adotá-lo. Na visão de analistas, essas tecnologias afetam os planos, os programas e as iniciativas das empresas em longo prazo.

1 – Malha de dispositivos: o termo refere-se a um grande conjunto de pontos utilizados para acessar aplicativos e informações ou para interagir com pessoas, redes sociais, governos e empresas. Inclui: wearables, dispositivos móveis, aparelhos eletrônicos, dispositivos automotivos e ambientais, tais como sensores da Internet das Coisas (IoT).

2 – Experiência ambiente-usuário: a malha de dispositivos é capaz de estabelecer a base para uma nova experiência de usuário contínua e de ambiente. Locais imersivos, que disponibilizam realidade virtual e aumentada, contam com um potencial significativo, mas são apenas um dos aspectos da experiência. A vivência ambiente-usuário preserva a continuidade por meio das fronteiras da malha de dispositivos, tempo e espaço. A experiência flui regularmente em um conjunto de dispositivos de deslocamento e canais de interação, misturando ambiente físico, virtual e eletrônico, ao passo que o usuário se locomove.

3 –  Impressão 3D: A impressão 3D possibilita o uso de diversos materiais, incluindo ligas avançadas de níquel, fibra de carbono, vidro, tinta condutora, eletrônicos, materiais farmacêuticos e biológicos. Isso permite que a tecnologia seja usada em diferentes áreas, como a médica, aeroespacial, automotiva, de energia, eletrônicos, farmacêuticos e biológicos.

4 – Informação de tudo: Tudo na malha digital produz, utiliza e transmite informação que vão além da informação textual, de áudio e de vídeo, incluindo informações sensoriais e contextuais. O termo ‘informação de tudo’ aborda essa afluência com estratégias e tecnologias para conectar dados de todas essas diferentes fontes.

5 – Aprendizagem avançada de máquina: as Redes Neurais Profundas (DNN) movem-se além da computação clássica e gestão da informação, o que pode criar sistemas que aprendam a perceber o mundo de forma autônoma, facilitando a classificação e análise de dados e informações. As DNN são uma forma avançado de aprendizado de máquina aplicável a conjuntos de dados grandes e complexos, que permitem que equipamentos aprendam por si mesmos os recursos de seu ambiente.

6 – Agentes e equipamentos autônomos: Com o aprendizado de máquina surgem implementações de inteligência em equipamentos como robôs, veículos, Assistentes Pessoais Virtuais e assessores inteligentes, que atuam de forma autônoma e semiautônoma.  Nesses casos, o usuário interage com um aplicativo, que é o agente inteligente, ao invés de estar em contato com menus, formulários e botões.

7 – Arquitetura de segurança adaptativa:  As organizações estão cada vez mais vulneráveis a ameaças digitais. Sendo assim, um líder de TI precisa se concentrar em detectar e responder a essas ameaças, não só no usando o bloqueio mais tradicional, como também buscando outras medidas. Com a autoproteção de aplicativos e a análise do comportamento dos usuários e das entidades, a arquitetura de segurança adaptativa se torna mais eficiente.

8- Arquitetura de sistema avançado: A malha digital e as máquinas inteligentes requerem demandas intensas de arquitetura de computação para torná-las viáveis para as organizações. Isso aciona um impulso em arquitetura neuromórfica ultraeficiente e de alta potência. Alimentada por matrizes de Portas Programáveis em Campo (FPGA) como tecnologia subjacente, ela possibilita ganhos significativos, como a execução em velocidades de mais de um teraflop com alta eficiência energética.

9- Aplicativo de rede e arquitetura de serviço: Ativada por serviços de aplicativos definidos por software, essa nova abordagem permite desempenho, flexibilidade e agilidade como as da web. A arquitetura de microsserviços é um padrão emergente para a criação de aplicações distribuídas, com fornecimento ágil e implantação escalável local e em cloud, tornando os aplicativos, e consequentemente a experiência, em algo ágil, flexível e dinâmico.

10- Plataformas de IoT: As plataformas de IoT complementam o aplicativo de rede e a arquitetura de serviço. Gerenciamento, segurança, integração e outras tecnologias e padrões da plataforma são um conjunto básico de competências para elementos de criação, gestão e fixação na Internet das Coisas. A Internet das Coisas é parte da malha digital, que inclui a experiência do usuário, e o ambiente do mundo emergente e dinâmico das plataformas é o que a torna possível.

Fonte: Computer World

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