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15 set 2016

Indústria 4.0 ainda é projeto distante no Brasil

Você já deve ter ouvido falar na Quarta Revolução Industrial, o novo conceito que tem gerado muita expectativa. Afinal, mistura o mundo real com o tecnológico. A realidade virtual permite que se interaja com informações de maneiras inovadoras: robôs e softwares lado a lado com os seres humanos, nano-robôs que podem um dia representar a cura de algumas doenças, ferramentas de impressão 3D, controles de voz, entre outras mudanças inimagináveis. É a Indústria 4.0.

Pena que tudo isso ainda esteja muito distante no Brasil. Estudo da PwC (PricewaterhouseCoopers) para avaliar o avanço dos projetos de digitalização das fábricas revelou que apenas 9% das manufaturas brasileiras classificam que estão em estágios avançados para a aplicação de tecnologias que compõem o conceito da nova revolução industrial e da Indústria 4.0.

É um percentual muito baixo se comparado à média global na casa dos 30%. No México, por exemplo, 40% das empresas acreditam estar em um nível avançado de digitalização. O cenário é semelhante nos Brics. A África do Sul e Índia (ambos com 27%) e China (40%) se mostram mais confiantes na utilização desses recursos tecnológicos nas manufaturas do que o Brasil.

A amostra é pequena (apenas 32 companhias nacionais participaram das entrevistas, contra duas mil em 26 países), mas o resultado reforça outros estudos sobre o mesmo tema. A Confederação Nacional da Indústria, por exemplo, revelou que poucas companhias brasileiras recorrem a soluções envolvendo sensores, prototipagem rápida, impressão 3D, Internet das Coisas. Ninguém sabe ainda o impacto da quarta revolução e para qual direção levará a humanidade. Mas no Brasil há um consenso de que poucas empresas estão preparadas para a Indústria 4.0.

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