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18 fev 2016

Tecnologia será mais pessoal em 2016

Além das tendências tecnológicas como a internet das coisas, cidades inteligentes, inteligência artificial, realidade virtual, drones, computadores híbridos, dinheiro digital, blockchain, múltiplas telas e leis da web, os especialistas apontam outra mudança em andamento: a tecnologia pessoal. É que desde o início da revolução digital, em meados dos anos 90, a inovação gravitou em torno das empresas – não do indivíduo.

O computador pessoal, por exemplo, chegou primeiro lugar ao escritório e não à casa do consumidor. O mesmo ocorreu com o telefone celular: os pioneiros no uso dos aparelhos – os caros e enormes “tijolões” – eram usados por altos executivos em busca de eficiência. Mas, esse ciclo se esgotou, destaca análise do jornal Valor Econômico. A queda constante no preço dos dispositivos, o alcance crescente da internet e o fenômeno da mobilidade alterou a balança de forças. Agora, são as pessoas que ditam o ritmo das novidades.

A tecnologia nunca foi tão pessoal como agora. Uma previsão da consultoria Gartner indica que 38% das empresas no mundo vão parar de fornecer celulares e notebooks a seus funcionários neste ano. O motivo? Foi-se o tempo em que os aparelhos fornecidos pelo empregador eram superiores aos que se tinha em casa. As pessoas, agora, querem usar seus próprios equipamentos no trabalho. Segundo o Gartner, até o ano que vem metade das companhias vai requerer que os funcionários façam isso, o que era visto com desconfiança até pouco tempo atrás.

Vale lembrar que entre as dez tendências previstas para 2015 pelos especialistas, oito se concretizaram: 5G (a previsão era que a tecnologia começasse a ser discutida), mobilidade, carteira digital, computadores de vestir, privacidade versus exposição na web, internet das coisas (que reaparece neste ano), 4K e atendimento ao cliente em múltiplos canais. Não se concretizaram ainda o avanço dos phablets (os smartphones de telas gigantes) e o “faça você mesmo”. No caso desse último item, aprender a programar softwares e imprimir em 3D continuam possibilidades interessantes, mas não tiveram o apelo massivo que se previa.

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